
O Hospital de Base de Rio Preto é pioneiro no uso de uma máquina de perfusão para a manutenção de órgãos destinados a transplantes. O equipamento é um importante aliado das equipes médicas porque permite conservar o órgão em condições mais próximas das naturais até o momento do procedimento.
Há pelo menos cinco meses a tecnologia vem sendo utilizada no hospital e, desde março, pelo menos 13 fígados já passaram pela máquina de perfusão, utilizada em 12 pacientes. O equipamento pode contribuir para melhorar a qualidade dos órgãos, aumentando as possibilidades de aproveitamento, as chances de sucesso do transplante e a sobrevida dos pacientes.
A tecnologia também permite que os médicos acompanhem parâmetros do órgão e tenham informações mais precisas sobre sua viabilidade antes da cirurgia. “A máquina funciona como uma espécie de substituta temporária das funções do órgão fora do corpo”, explicou o hepatologista Dr. Renato Silva.
A tecnologia aumenta a segurança no processo e pode permitir o aproveitamento de um número maior de órgãos. A máquina possibilita que o órgão seja mantido em melhores condições e avaliado antes do transplante, enquanto as equipes trabalham em todas as etapas, desde a identificação do potencial doador e a autorização da família até a captação, preservação, transporte e implantação do órgão.











