Todas as agências da Caixa da região, inclusive a de Colina, aderiram à greve iniciada na última quinta-feira, 10. Os empregados do banco, da base do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas do Ramo Financeiro de Barretos e Região (SINTRAFI), rejeitaram a proposta final apresentada pelo banco para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A votação foi realizada de forma virtual e a assembleia permaneceu aberta até às 23h de sexta-feira, dia 11, quando foi oficialmente encerrada.
Com a rejeição, a greve dos empregados da Caixa continua por tempo indeterminado. Em âmbito nacional, a decisão foi pela continuidade do movimento, segundo as entidades sindicais que representam os empregados do banco.
Segundo o presidente do SINTRAFI Barretos e Região, Marcelo Martins, o sindicato permanece como ponto de organização dos trabalhadores e novas discussões deverão ocorrer para definir os próximos passos do movimento.
Enquanto a greve continuar, os clientes podem utilizar canais digitais e remotos, como App Caixa, Internet Banking, WhatsApp Caixa e Caixa Tem, além de caixas eletrônicos, Banco24Horas, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.
CORREIOS
Os Correios acionaram seu Plano de Continuidade de Negócios para manter os serviços em todo o país e reduzir eventuais impactos da paralisação anunciada pelas entidades sindicais no último dia 10.
Entre as medidas adotadas estão a mobilização de empregados administrativos para apoio às atividades operacionais, o remanejamento de veículos e a realização de mutirões para preservar o fluxo logístico.
Vale destacar que a rede de agências permanece aberta ao público.
A estatal ajuizou, na sexta-feira (11), pedido de dissídio coletivo junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). A medida foi tomada após o encerramento da mediação sem acordo e a rejeição, nas assembleias sindicais, da proposta para o ACT 2026/2028. As assembleias também aprovaram a greve.
No sábado (12), o tribunal determinou, em decisão liminar, a manutenção de 80% do efetivo em atividade, em cada unidade ou estabelecimento da empresa, abrangendo as unidades de atendimento, tratamento, transporte, distribuição e administrativas ou de suporte indispensáveis à continuidade da cadeia postal, durante a paralisação.
O julgamento do dissídio coletivo está marcado para 21 de setembro, às 13h30. Ainda é possível haver acordo entre as partes no curso do processo, antes do julgamento.
A estatal reafirma o respeito ao direito de greve dos trabalhadores, porém, ressalta que a paralisação ocorre em um momento especialmente sensível.
A empresa segue diante de uma situação econômico-financeira desafiadora e mantém o foco na redução de despesas, no aumento da eficiência, na modernização da operação e na geração de novas receitas.encomendas de perto pelo site ou aplicativo oficial dos Correios.













