
Uma situação divulgada no grupo “Vizinhança Solidária” reforça, mais uma vez, o alerta contra o cerol. A prática, considerada crime, se intensifica no período das férias escolares, embora há muitos marmanjos que insistem em soltar pipa com a linha que já causou mortes, deixou as vítimas com sequelas e cicatrizes para a vida toda. O uso de cerol em linhas é proibido em São Paulo desde o ano de 2019.
No relato feito no grupo a pessoa disse que está preocupada porque a cidade está cheia de moleques utilizando o cerol. Muitas crianças, jovens e adultos são vistos soltando pipa em terrenos e nas ruas.
A pessoa afirmou ter ficado horrorizada quando presenciou a linha das pipas enrolar nas bicicletas de uma mulher e do sobrinho, de 10 anos. Por muito pouco a ciclista e a criança não foram cortados na altura das pernas, o que poderia ter causado um acidente muito grave.
A testemunha se manifestou pedindo a ajuda de todos para denunciar o uso das linhas que são proibidas. Ela inclusive procurou a Polícia Militar que orientou que se a população avistar alguém soltando pipa com esse tipo de material ligue 190 imediatamente para que os usuários sejam responsabilizados.
Outra dica em caso de situação semelhante é parar imediatamente a bicicleta e nunca tentar romper a linha com as mãos ou puxá-la bruscamente porque o cerol (mistura de cola e vidro moído) corta como uma lâmina afiada. Em caso de cortes profundos ou sangramentos, acione imediatamente o socorro. O uso e a comercialização de cerol e linha chilena são proibidos e considerados crime em muitas regiões.
CAMPANHA
A Prefeitura e a Secretaria de Trânsito promovem campanha de conscientização “Férias e diversão, sim. Cerol, não. Pipa no céu, segurança no chão” para alertar sobre os perigos do uso da linha que representa um grave risco para ciclistas, motociclistas e pedestres, podendo provocar acidentes graves e até fatais.
A campanha busca conscientizar crianças, jovens e suas famílias sobre a importância de brincar com responsabilidade, preservando a diversão sem colocar vidas em perigo. A mensagem é direta: “Cerol mata”













